Candido Rondon e Theodore Roosevelt

Cândido Rondon e Theodore Roosevelt

Theodore Roosevelt e Candido Rondon ao fim da expedição Roosevelt-Rondon. A expedição Roosevelt-Rondon desvendou os segredos do Rio da Dúvida, depois batizado de Rio Roosevelt. Leia Mais »

Inauguração da Estação Telegráfica de Capim Branco, entre Cuiabá e o Araguaia

Rondon com o General Gomes Carneiro

Candido Rondon e o General Gomes Carneiro na inauguração da estação telegráfica de Capim Branco, entre Cuiabá e o Araguaia. Candido Rondon ao Centro e o General Gomes Carneiro, de farda escura, Leia Mais »

Rondon em 1892

Rondon em 1892 na equipe do general Gomes Carneiro

Foto histórica de Candido Rondon na Equipe do General Gomes Carneiro. Candido Rondon ao centro e o General Gomes Carneiro no canto direito. Leia Mais »

O Positivismo no Brasil

Marechal Cândido Rondon

A influência positivista no Brasil ocorreu em diferentes âmbitos e em diferentes lugares, desde a década de 1870 até meados do século XX, mas estendendo-se até o século XXI. Entretanto, foi no Rio de Janeiro, entre o final do Império e a I República que o Positivismo foi mais notável no Brasil, desempenhando um papel central tanto no processo de Abolição da Escravatura quanto no de Proclamação da República; além disso, a laicização do Estado e das instituições públicas foi uma das grandes preocupações dos positivistas, além da realização da justiça social e do progresso social. Nessas ações, os nomes mais conhecidos são os de Benjamin Constant Botelho de Magalhães (o “Proclamador da República”) e o de Raimundo Teixeira Mendes, autor da bandeira nacional.

O lema Ordem e Progresso na bandeira do Brasil é inspirado pelo lema de Auguste Comte do positivismo: L’amour pour principe et l’ordre pour base; le progrès pour but (“Amor como princípio e ordem como base; o progresso como meta”). Foi colocado, pois várias das pessoas envolvidas no movimento que depôs a monarquia e proclamaram o Brasil República eram seguidores das ideias de Comte.

Método do Positivismo de Augusto Comte

positivismo

O método geral do positivismo de Auguste Comte consiste na observação dos fenômenos, opondo-se ao racionalismo e ao idealismo, por meio da promoção do primado da experiência sensível, única capaz de produzir a partir dos dados concretos (positivos) a verdadeira ciência(na concepção positivista), sem qualquer atributo teológico ou metafísico, subordinando a imaginação à observação, tomando como base apenas o mundo físico ou material. O Positivismo nega à ciência qualquer possibilidade de investigar a causa dos fenômenos naturais e sociais, considerando este tipo de pesquisa inútil e inacessível, voltando-se para a descoberta e o estudo das leis (relações constantes entre os fenômenos observáveis). Em sua obra Apelo aos conservadores (1855), Comte definiu a palavra “positivo” com sete acepções: real, útil, certo, preciso, relativo, orgânico e simpático.

A Religião da Humanidade – Augusto Comte

Auguste Comte

Auguste Comte foi sem dúvida um dos grandes menstres do Marechal Cândido Rondon, por meio da obra Sistema de Política Positiva (1851-1854) – institui a Religião da Humanidade. Após a elaboração de sua filosofia, Comte concluiu que deveria criar uma nova religião: afinal, para ele, as religiões do passado eram apenas formas provisórias da única e verdadeira religião: a religião positiva. Segundo os positivistas, as religiões não se caracterizam pelo sobrenatural, pelos “deuses”, mas sim pela busca da unidade moral humana. Daí a necessidade do surgimento de uma nova Religião que apresenta um novo conceito do Ser Supremo, a Religião da Humanidade. Comte foi inspirado para essa criação pela devoção a sua amada Clotilde de Vaux.

Segundo os positivistas, a Teologia e a Metafísica, nunca inspiraram uma religião verdadeiramente racional, cuja instituição estaria reservada ao advento do espírito positivo. Estabelecendo a unidade espiritual por meio da ciência, a Religião da Humanidade possui como principal objetivo a Regeneração Social e Moral.

Cândido Rondon: O marechal da floresta – Todd A. Diacon

RONDON - O marechal da floresta - Todd A. Diacon

Em 1907 – ano em que se estabelece a Comissão Rondon -, a autoridade do governo brasileiro não alcançava todo o país. A falta de comunicação com as regiões afastadas já se tornara, durante a guerra do Paraguai, um problema de segurança: como manter controle sobre um território de dimensões continentais sem que houvesse uma maneira prática de transmitir ordens, receber notícias ou traçar estratégias com as fronteiras distantes do poder central?

Apesar disso, quando ergueu a famosa linha telegráfica que cruzaria grande parte da bacia amazônica, Cândido Rondon pretendia mais do que criar um canal direto entre governo e província. Ao hastear a bandeira nacional em todas as estações telegráficas, ao tocar o hino em datas cívicas – o marechal sempre levava consigo seu indefectível gramofone -, ele desejava transmitir uma idéia de unidade nacional a essas regiões mais afastadas. O brasilianista Diacon descreve com riqueza de detalhes as principais viagens de Cândido Rondon pela Amazônia, além de reconstruir a aventura tragicômica que foi conduzir o ex-presidente norte-americano Teddy Roosevelt em uma das expedições.

Trecho de entrevista com o Marechal Cândido Rondon feito pelo jornalista Arnaldo Nogueira

Pequeno trecho de entrevista com o Marechal Cândido Rondon feito pelo jornalista Arnaldo Nogueira. Um fato engraçado na entrevista foi o Rondon falando mal do guaraná, patrocinador do programa. Especial de 50 anos da TV, na Globo, em 2000.

[ www.olhardireto.com.br ] Clipping do Lançamento do Documentário do Marechal Cândido Rondon: Rondon a Cartografia, de Cacá de Souza.

Rondon vai às telonas sob a direção de Cacá de Souza nesta terça-feira

Olhar Direto / Da Redação – Alline Marques

O mato-grossense Cândido Mariano da Silva Rondon ganha mais uma justa homenagem e seu trabalho com a cartografia é relatado no ‘média metragem’ dirigido por Cacá de Souza, um eterno apaixonado por este ilustre personagem da história brasileira. Esta é a segunda produção cinematográfica do diretor sobre o marechal, nascido em Mimoso, distrito de Santo Antônio do Leverger. ‘Rondon e a Cartografia’ será lançado nesta terça-feira (1), às 19h30,  no Sesc Arsenal.

[ www.turmadoepa.com.br ] Clipping do Lançamento do Documentário do Marechal Cândido Rondon: Rondon a Cartografia, de Cacá de Souza.

Agradecemos a Turma do Epa divulgação do nosso release em seu blog. Somos muito gratos pela divulgação e pela presença de vocês no lançamento do documentário “RONDON e a CARTOGRAFIA”, um filme de Cacá de Souza.

www.turmadoepa.com.br

[ www.gentedeopiniao.com.br ] Clipping do Lançamento do Documentário do Marechal Cândido Rondon: Rondon a Cartografia, de Cacá de Souza.

Agradecemos ao site “Amazônias – Gente de Opinião” pela divulgação do nosso release. Somos muito gratos pela divulgação e pela presença de vocês nesse projeto.

www.gentedeopiniao.com.br

[ www.betobertagna.com ] Clipping do Lançamento do Documentário do Marechal Cândido Rondon: Rondon a Cartografia, de Cacá de Souza.

Agradecemos ao blog do Beto Bertagna a 24 quadros pela divulgação do nosso release em seu blog. Somos muito gratos pela divulgação e pela presença de vocês lá.

http://betobertagna.com/

[ www.tvmatao.com.br] Clipping do Lançamento do Documentário do Marechal Cândido Rondon: Rondon a Cartografia, de Cacá de Souza.

Agradecemos a TV Matão pela divulgação do nosso release em seu blog. Somos muito gratos pela divulgação e pela presença de vocês nesse projeto.

http://tvmatao.com.br/